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	<title>Mamas &#8211; Dra Maria Weber Ginecologista em Itatiba</title>
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	<description>Dra Maria Weber é Ginecologista em Itatiba SP especializada e Medicina Integrativa</description>
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	<title>Mamas &#8211; Dra Maria Weber Ginecologista em Itatiba</title>
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		<title>Mastectomia pode ser evitada? Estudo aponta novo caminho no tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Maria Weber]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mamas]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que toda mulher com câncer de mama precisa, de fato, passar por uma mastectomia? Uma nova pesquisa levanta essa importante reflexão e pode transformar a forma como encaramos o tratamento da doença. Durante décadas, a cirurgia foi considerada um passo obrigatório. Mas agora, resultados surpreendentes apontam que ela talvez não seja necessária para todas [&#8230;]</p>
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<p>Será que toda mulher com câncer de mama precisa, de fato, passar por uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mastectomia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mastectomia</a>?</p>



<p>Uma nova pesquisa levanta essa importante reflexão e pode transformar a forma como encaramos o tratamento da doença. Durante décadas, a cirurgia foi considerada um passo obrigatório. Mas agora, resultados surpreendentes apontam que ela talvez não seja necessária para todas as pacientes. Imagine tratar o câncer de mama sem retirar a mama. Parece impossível? Um grupo de mulheres viveu exatamente isso — e, após cinco anos, continuam livres da doença. Este artigo traz os detalhes dessa descoberta e convida você a refletir sobre o que realmente pode ser necessário (ou não) em cada tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a cura vem com menos dor: repensando a mastectomia</h2>



<p>Por muitos anos, a mastectomia foi sinônimo de segurança, de “fazer tudo o que é possível” contra o câncer de mama. Para muitas mulheres, foi um caminho difícil, mas necessário. Porém, e se parte desse sofrimento pudesse ser evitado, sem comprometer os resultados?</p>



<p>O <a href="https://www.mdanderson.org/newsroom/surgery-may-not-be-necessary-to-treat-invasive-breast-cancer-.h00-159774867.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">novo estudo do MD Anderson Cancer Center</a> nos convida a repensar esse paradigma. Ele mostrou que mulheres com câncer de mama em estágio inicial, que responderam bem à quimioterapia e radioterapia, permaneceram livres da doença por mais de cinco anos — sem cirurgia. Essa descoberta não minimiza a importância da mastectomia, mas amplia nossa visão: &lt;strong&gt;nem toda paciente precisa, necessariamente, passar por ela. Essa possibilidade traz alívio, esperança e o desejo de um tratamento mais humano, menos invasivo e ainda eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudo revela: algumas mulheres podem evitar a mastectomia com segurança</h2>



<p>Pesquisadores do renomado MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, acompanharam por mais de cinco anos um grupo de mulheres com câncer de mama em estágio inicial que responderam completamente à quimioterapia e à radioterapia. O resultado? Nenhuma delas teve a volta da doença — e todas seguiram vivas.</p>



<p>Essas pacientes foram avaliadas com exames e biópsias modernas. Quando não havia mais sinal do tumor, a cirurgia foi descartada, e elas seguiram apenas com radioterapia. Ao final do estudo, todas as mulheres que não fizeram a cirurgia continuaram livres do câncer. Sem recidiva. Sem metástase. Sem mastectomia.</p>



<p>Esse é o primeiro estudo desse tipo a apresentar dados tão consistentes. E, apesar de ainda ser necessário aprofundar as pesquisas, os resultados abrem caminho para um novo tipo de cuidado: mais personalizado, menos agressivo e com foco na qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o alicerce muda, a construção pode ser diferente</h2>



<p>Durante muito tempo, a cirurgia foi vista como a única porta de saída para o câncer de <a href="https://dramariaweber.com/exame-da-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mama</a>. Como se, para reconstruir a vida, fosse necessário primeiro demolir. Mas a ciência está nos mostrando que, em alguns casos, é possível preservar o alicerce e ainda assim fortalecer a estrutura.</p>



<p>Imagine uma casa ameaçada por rachaduras. Em vez de derrubar tudo, engenheiros usam novos materiais, tecnologia e análise cuidadosa para restaurar sem destruir. O mesmo está acontecendo na medicina: com precisão, exames avançados e olhar atento, é possível tratar sem retirar. É um novo paradigma. Essa mudança é profunda. Ela não é apenas sobre procedimentos, mas sobre respeito. Respeito ao corpo, à história, ao medo que habita o silêncio da cirurgia. É dar espaço para que o tratamento também seja leveza, escolha e esperança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a ciência: tratar sem mastectomia é possível?</h2>



<p>Pesquisadores do renomado MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de mulheres com câncer de mama em estágio inicial que passaram por quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia. Mas aqui está o ponto principal: <strong>essas mulheres não fizeram a cirurgia</strong>.</p>



<p>Como isso foi possível? Após o tratamento, elas foram avaliadas com exames e uma biópsia muito precisa chamada <strong>VACB</strong> (biópsia por agulha fina guiada por imagem). Quando nenhum resquício de câncer foi encontrado, a cirurgia foi omitida — e elas seguiram apenas com a radioterapia padrão.</p>



<p>Resultado? Após cinco anos de acompanhamento, todas estavam <strong>sem sinais de câncer</strong>, com taxa de sobrevida de 100%. Isso mostra que, em alguns casos, <strong>a mastectomia pode ser evitada com segurança</strong>, desde que o tratamento anterior funcione bem e os exames confirmem que não há mais tumor.</p>



<p>É como eliminar pragas de um jardim com métodos modernos, e depois verificar com lupa: se não houver mais perigo, não é preciso arrancar o solo. Basta cuidar, nutrir e proteger para florescer novamente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/07/Mastectomia-pode-ser-evitada-1024x576.png" alt="Mastectomia pode ser evitada?" class="wp-image-1670" srcset="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/07/Mastectomia-pode-ser-evitada-1024x576.png 1024w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/07/Mastectomia-pode-ser-evitada-300x169.png 300w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/07/Mastectomia-pode-ser-evitada-768x432.png 768w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/07/Mastectomia-pode-ser-evitada.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Uma nova esperança no tratamento do câncer de mama</h2>



<p>Se você ou alguém que ama já passou pelo diagnóstico de câncer de mama, sabe o quanto o medo da mastectomia pesa. A ideia de perder parte do corpo traz não só impactos físicos, mas também emocionais e identitários.</p>



<p>Mas a ciência tem avançado — e junto com ela, a esperança de um tratamento mais leve, menos invasivo e mais respeitoso com o corpo da mulher. A possibilidade de não precisar da cirurgia em alguns casos representa mais do que uma mudança de protocolo: é uma chance de olhar para o tratamento com mais humanidade.</p>



<p>Isso não significa que a mastectomia deixará de existir, mas que estamos mais perto de um futuro em que ela <strong>não será a única resposta</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Converse com seu médico e esteja por dentro das possibilidades</h2>



<p>Se você está em tratamento ou recebeu recentemente um diagnóstico de câncer de mama, saiba que hoje existem alternativas que vão além da mastectomia. Pergunte ao seu médico sobre a resposta patológica completa (RPC) e se os protocolos mais modernos, como a combinação de quimioterapia, radioterapia e biópsias direcionadas, podem ser aplicados ao seu caso.</p>



<p>Informação é poder. Compartilhe este conteúdo com outras mulheres. Juntas, podemos transformar o jeito de encarar o câncer de mama: com conhecimento, esperança e dignidade.</p>



<p><strong>Referência da fonte:</strong><a href="https://www.mdanderson.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">www.mdanderson.org</a></p>



<p></p>
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		<title>Estresse pode agravar o câncer de mama? A ciência responde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Maria Weber]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 21:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mamas]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Integrativa]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção na saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É difícil imaginar que fatores emocionais como estresse, discriminação ou baixa rede de apoio possam afetar diretamente a imunidade de uma mulher com câncer de mama — mas é exatamente isso que a ciência tem revelado. Durante mais de uma década, entre 2012 e 2023, um estudo realizado em dois hospitais de Baltimore, nos EUA, [&#8230;]</p>
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<p>É difícil imaginar que fatores emocionais como estresse, discriminação ou baixa rede de apoio possam afetar diretamente a imunidade de uma mulher com câncer de mama — mas é exatamente isso que a ciência tem revelado.</p>



<p>Durante mais de uma década, entre 2012 e 2023, um estudo realizado em dois hospitais de Baltimore, nos EUA, acompanhou 121 mulheres com câncer de mama, incluindo pacientes negras e brancas, para entender o impacto de estressores crônicos em sua saúde imune e tumoral. Os resultados são um alerta poderoso sobre o quanto nosso corpo sente aquilo que a mente sofre em silêncio.</p>



<p>Apesar de relatarem níveis semelhantes de estresse percebido e suporte social, as mulheres negras viviam, em sua maioria, em contextos socioeconômicos mais desafiadores. E esse ambiente teve reflexo direto no organismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Protetor biológico?</h2>



<p>O suporte social adequado se mostrou um verdadeiro protetor biológico: ele estava associado a níveis mais altos de IL-5 (um marcador anti-inflamatório) e à ativação de células natural killer, que são fundamentais na defesa do organismo — especialmente em mulheres negras. Ou seja, sentir-se amparada pode fortalecer a imunidade de forma concreta.</p>



<p>Por outro lado, o estresse percebido, a discriminação racial e a privação socioeconômica estavam ligados a um aumento da inflamação sistêmica (como o aumento de IL-6), à presença de macrófagos M2 (células associadas a pior prognóstico tumoral) e até mesmo ao aumento da carga mutacional do tumor, tornando-o mais agressivo.</p>



<p>As análises mostraram que as mulheres negras, ao enfrentarem múltiplos estressores, apresentavam respostas imunológicas distintas, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior infiltração de células mieloides no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Neoplasia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tumor</a> (como monócitos e macrófagos M1 e M2)</li>



<li>Quimiotaxia aumentada (movimentação intensa de células inflamatórias)</li>



<li>Imunossupressão sistêmica</li>



<li>Aumento da carga mutacional tumoral associada ao estresse</li>
</ul>



<p>Essas alterações tornam o ambiente tumoral mais resistente ao tratamento e o sistema imune menos capaz de combatê-lo. São respostas silenciosas que não aparecem nos exames comuns, mas que influenciam diretamente o desfecho da doença.</p>



<p>Mais do que um estudo técnico, esses achados revelam uma ferida social e emocional que repercute na saúde física. Eles mostram que o câncer de mama não é apenas uma doença do corpo — é também reflexo do contexto em que essa mulher vive, da forma como é tratada, acolhida ou invisibilizada.</p>



<p>O corpo responde ao abandono social. E, por outro lado, também responde ao afeto, ao cuidado, à escuta e ao suporte.</p>



<p>Precisamos ampliar a visão sobre o tratamento do câncer de mama. Acolher as histórias, considerar os impactos da vivência social, emocional e econômica e fortalecer políticas públicas que levem em conta essas desigualdades são passos urgentes.</p>



<p>Se o <a href="https://dramariaweber.com/tratamento-do-estresse-cronico-com-adaptogenos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estresse crônico</a> e a discriminação afetam diretamente o sistema imune, cuidar do emocional não é um complemento — é parte essencial do tratamento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/06/Estresse-pode-agravar-o-cancer-de-mama_-A-ciencia-responde-1024x576.png" alt="Estresse pode agravar o câncer de mama_ A ciência responde" class="wp-image-1655" srcset="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/06/Estresse-pode-agravar-o-cancer-de-mama_-A-ciencia-responde-1024x576.png 1024w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/06/Estresse-pode-agravar-o-cancer-de-mama_-A-ciencia-responde-300x169.png 300w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/06/Estresse-pode-agravar-o-cancer-de-mama_-A-ciencia-responde-768x432.png 768w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2025/06/Estresse-pode-agravar-o-cancer-de-mama_-A-ciencia-responde.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Estresse pode agravar o câncer de mama_ A ciência responde</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Concluímos</h2>



<p>Mulheres não adoecem sozinhas. Elas são atravessadas por tudo o que as cerca — e o cuidado precisa alcançar essa complexidade.</p>



<p>Se você acompanha mulheres que estão enfrentando essa jornada, compartilhe este conteúdo. E se quiser conversar mais sobre estratégias que integram ciência, saúde emocional e um olhar humanizado, estou por aqui. Vamos juntas transformar o cuidado?</p>



<p>Referências:</p>



<p>HARRIS, A. R. et al. Multilevel Stressors and Systemic and Tumor Immunity in Black and White Women With Breast Cancer. JAMA Network Open, v. 8, n. 2, p. e2459754, 14 fev. 2025.</p>



<p>COLLINS, K. L.; ELMORE, L. C. Exploring the Deleterious Biologic Association of Stress With Cancer Disparities in Black Women. JAMA Network Open, v. 8, n. 2, p. e2459763,&nbsp;14&nbsp;fev.&nbsp;2025.</p>



<p></p>
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		<title>Benefícios da Radioterapia Adjuvante no Câncer de Mama Precoce: Foco nos Primeiros 10 Anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Maria Weber]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mamas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A radioterapia adjuvante (RT) é uma intervenção essencial no tratamento do câncer de mama em estágio inicial. Ela oferece proteção significativa contra a recorrência ipsilateral nos primeiros 10 anos após o tratamento. No entanto, estudos recentes sugerem que esse benefício não se estende além dessa primeira década. Eficácia da Radioterapia Adjuvante nos Primeiros 10 Anos [&#8230;]</p>
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<p>A radioterapia adjuvante (RT) é uma intervenção essencial no tratamento do câncer de mama em estágio inicial. Ela oferece proteção significativa contra a recorrência ipsilateral nos primeiros 10 anos após o tratamento. No entanto, estudos recentes sugerem que esse benefício não se estende além dessa primeira década.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eficácia da Radioterapia Adjuvante nos Primeiros 10 Anos</h2>



<p>Um estudo randomizado, com acompanhamento de 30 anos, revelou que a RT adjuvante reduz em 61% o risco de recorrência ipsilateral. Esse benefício é mais expressivo nos primeiros 10 anos, com uma redução de 76% na taxa de risco (HR). Contudo, após essa primeira década, o risco de recorrência ipsilateral se igualou entre os grupos que receberam e não receberam RT, conforme o estudo liderado por Linda J. Williams, PhD, da Universidade de Edimburgo, e publicado na <em>Lancet Oncology</em>.</p>



<p>Além disso, a sobrevida global (SG) não apresentou diferenças significativas entre os dois grupos. Isso sugere que, embora a RT adjuvante seja eficaz na prevenção da recorrência nos primeiros anos, seu impacto na sobrevivência a longo prazo é questionável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implicações Clínicas da Radioterapia no Câncer de Mama</h2>



<p>Os resultados do estudo são valiosos para orientar médicos na escolha do uso da RT adjuvante em pacientes com câncer de mama inicial. A descoberta de que a RT não previne recorrências tardias sugere que pacientes com biologia tumoral predisposta a recaídas tardias podem não se beneficiar tanto da RT. Essa teoria, portanto, necessita de investigações adicionais.</p>



<p>O estudo também contribui para a evidência crescente de que a radioterapia pode não ser necessária para todas as pacientes após cirurgia conservadora da mama. No entanto, a identificação precisa dos subgrupos de pacientes que podem evitar a RT com segurança ainda não está clara.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios na Identificação de Pacientes que Podem Evitar a Radioterapia</h2>



<p>Um dos maiores desafios é identificar quais pacientes podem ser candidatos à omissão da RT. Apesar de estudos anteriores terem explorado a utilidade de cortes de idade, painéis genéticos e resultados de ressonância magnética, as conclusões ainda são limitadas.</p>



<p>Hans-Christian Kolberg, MD, e Cornelia Kolberg-Liedtke, MD, PhD, em seu comentário sobre o estudo, reforçam que identificar subgrupos de pacientes que podem evitar a radioterapia adjuvante com segurança é um desafio contínuo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Scottish Breast Conservation Trial: Um Estudo de Longo Prazo</h2>



<p>O <em>Scottish Breast Conservation Trial</em>, iniciado em 1985, foi um dos primeiros a comparar o tratamento conservador da mama com e sem RT adjuvante. Este estudo se destacou por fornecer dados de até 30 anos de seguimento, enquanto a maioria dos estudos anteriores acompanhou pacientes por 5 a 10 anos.</p>



<p>Os participantes do estudo tinham menos de 70 anos e foram diagnosticados com câncer de mama T1/2 N0/1. Todos foram tratados com lumpectomia, amostragem ou remoção de linfonodos, e terapia sistêmica adjuvante. Eles foram randomizados para receber RT local ou locorregional de alta dose (50 Gy em 20-25 frações) ou nenhuma RT. O principal objetivo era avaliar a recorrência ipsilateral.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados e Conclusões do Estudo</h2>



<p>Dos 585 pacientes originalmente incluídos no ensaio, 443 morreram até o momento do relatório atual. A análise mostrou que a mediana de sobrevida global foi de 19,2 anos no grupo que recebeu RT e 18,7 anos no grupo sem RT. A taxa de sobrevida global de 30 anos foi de 23,7% no grupo de RT, em comparação com 27,5% no grupo sem RT.</p>



<p>Os autores observaram uma diferença distinta na recorrência ipsilateral ao longo do tempo. Durante os primeiros 10 anos após o tratamento, a RT resultou em uma redução significativa na recorrência ipsilateral (HR 0,24, IC 95% 0,15-0,38, P &lt; 0,001). Após esse período, o risco de recorrência foi quase idêntico entre os grupos (HR 0,98, IC 95% 0,54-1,79).</p>



<p>Este estudo reafirma que a RT adjuvante oferece uma proteção significativa contra a recorrência ipsilateral durante os primeiros 10 anos, mas não além desse período. A RT não mostrou melhorar a sobrevida global, mas é reconfortante que sua omissão não tenha aumentado a taxa de metástase à distância.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2024/05/Dispositivo-portatil-de-_pre-triagem_-de-cancer-de-mama-3-1024x576.jpg" alt="câncer de mama" class="wp-image-932" srcset="https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2024/05/Dispositivo-portatil-de-_pre-triagem_-de-cancer-de-mama-3-1024x576.jpg 1024w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2024/05/Dispositivo-portatil-de-_pre-triagem_-de-cancer-de-mama-3-300x169.jpg 300w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2024/05/Dispositivo-portatil-de-_pre-triagem_-de-cancer-de-mama-3-768x432.jpg 768w, https://dramariaweber.com/wp-content/uploads/2024/05/Dispositivo-portatil-de-_pre-triagem_-de-cancer-de-mama-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Considerações Finais</h2>



<p>Este estudo oferece insights importantes para o tratamento do câncer de mama inicial. Sugere que a radioterapia adjuvante deve ser considerada cuidadosamente, com base na biologia individual do tumor e no risco de recorrência precoce. A decisão de omitir a RT deve ser baseada em uma avaliação detalhada de cada caso, levando em conta os benefícios e limitações observados nos primeiros 10 anos de tratamento.</p>



<p>Enquanto a pesquisa continua a evoluir, a identificação precisa de pacientes que podem evitar a RT adjuvante com segurança permanece uma prioridade. Esta abordagem permitirá personalizar ainda mais o tratamento do câncer de mama, focando nas necessidades individuais de cada paciente.</p>



<p>Referência da fonte:<a href="https://www.medpagetoday.com/hematologyoncology/breastcancer/111536?xid=nl_mpt_DHE_2024-08-15&amp;mh=44c4e134890605efc3cdcfface0f3121&amp;utm_source=Sailthru&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Daily%20Headlines%20Evening%202024-08-15&amp;utm_term=NL_Daily_DHE_dual-gmail-definition" rel="nofollow noopener" target="_blank"> www.medpagetoday.com</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://dramariaweber.com/radioterapia-adjuvante-no-cancer-de-mama/">Benefícios da Radioterapia Adjuvante no Câncer de Mama Precoce: Foco nos Primeiros 10 Anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://dramariaweber.com">Dra Maria Weber Ginecologista em Itatiba</a>.</p>
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		<title>Exame da Mama Inteligente (iBE) Um Dispositivo portátil de &#8220;pré-triagem&#8221; de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Maria Weber]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dispositivo portátil de "pré-triagem" de câncer de mama chamado "Exame Inteligente da Mama" (iBE), que pode detectar tumores tão pequenos quanto 0,5 cm. Estima-se  que este dispositivo poderia auxiliar mais mulheres em áreas com recursos limitados a realizar o rastreamento do câncer de mama e a identificar a doença mais cedo, potencialmente salvando vidas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O Dr. Fardeen Bhimani e colegas da Montefiore Einstein Center para Cancer Care, em Nova York, discutiram sobre um dispositivo portátil de &#8220;pré-triagem&#8221; de câncer de mama chamado &#8220;Exame Inteligente da Mama&#8221; (iBE), que pode detectar tumores tão pequenos quanto 0,5 cm. Eles afirmaram que este dispositivo poderia auxiliar mais mulheres em áreas com recursos limitados a realizar o rastreamento do câncer de mama e a identificar a doença mais cedo, potencialmente salvando vidas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em países de baixa e média renda, a apresentação tardia devido à falta de avaliação clínica, triagem e diagnóstico precoce resulta em subdetecção, menor incidência e maior mortalidade do câncer de mama, explicou o Dr. Bhimani.</p>



<p class="has-medium-font-size">A equipe realizou uma revisão sistemática de 11 estudos sobre o iBE para determinar sua utilidade clínica e compará-la com exames clínicos das mamas, ultrassonografia e mamografia. Eles também avaliaram os pontos fortes e fracos do dispositivo no exame da mama.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size">Utilidade clínica e aplicabilidade</h2>



<p class="has-medium-font-size">A sensibilidade do iBE variou de 34,3% a 86%, e a especificidade de 59% a 94%. Para a detecção de lesões malignas, o dispositivo apresentou uma capacidade diagnóstica de 57% a 93% no exame da mama, conseguindo identificar tumores com tamanhos entre 0,5 cm e 9 cm.</p>



<p class="has-medium-font-size">Os pesquisadores concluíram que as descobertas destacam a potencial utilidade clínica e aplicabilidade do iBE como uma ferramenta de pré-seleção e triagem, que pode ajudar a reduzir a carga de pacientes submetidos a diagnósticos por imagem em países de baixa e média renda.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size">Qual as características e como é usado o iBE?</h2>



<p class="has-medium-font-size">O Dr. Bhimani explicou que o iBE é um dispositivo portátil, sem fio e sem radiação, projetado para realizar o exame da mama. Ele se assemelha a um ultrassom portátil conectado a um dispositivo móvel ou tablet via Bluetooth.</p>



<p class="has-medium-font-size">Inicialmente aprovado pelo FDA em 2013, o iBE utiliza tecnologia chamada dedo piezoelétrico (PEF) ou, em sua versão mais recente, Sensor Capacitivo Coplanar Dinâmico (Sensor DCPC). Estes sensores são usados para palpar eletronicamente o tecido mamário.</p>



<p class="has-medium-font-size">Durante o exame da mama, o iBE é posicionado sobre a mama, oferecendo uma calibração de toque suave que detecta automaticamente as diferenças de elasticidade do tecido, fornecendo resultados em tempo real.</p>



<p class="has-medium-font-size"> Esta tecnologia divide a mama em seções distintas, permitindo uma avaliação completa do tecido. O dispositivo mede a compressão do tecido, identificando variações na elasticidade em contato com a pele.</p>



<p class="has-medium-font-size">Utilizando sensores, o iBE cria um mapa 3D que distingue o tecido normal (verde) de lesões potencialmente suspeitas (vermelho). Em caso de achados suspeitos, a estrutura auxilia na identificação da localização e do quadrante, fornecendo informações para exames adicionais.</p>



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<p class="has-medium-font-size">O Dr. Bhimani destacou que o iBE pode ajudar a superar várias barreiras ao rastreamento e diagnóstico do câncer de mama em países de baixa renda, incluindo custo, acessibilidade, rastreio sem radiação e resultados em tempo real.</p>



<p class="has-medium-font-size">Comparado à mamografia e ultrassom, o iBE é uma alternativa portátil, econômica e fácil de usar para exame da mama, com viabilidade e precisão diagnóstica comparáveis. No entanto, o dispositivo não pode distinguir lesões benignas de malignas e sua sensibilidade pode variar, por isso é recomendado como ferramenta de pré-triagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size">Experiência dos pacientes relacionado ao dispositivo iBE</h2>



<p class="has-medium-font-size">Em relação à aceitação pelos pacientes, estudos realizados em locais como Guam, Nigéria e Índia rural relataram taxas moderadas a altas de satisfação. Os pacientes valorizam a natureza indolor do exame, a facilidade de uso e a conveniência dos resultados em tempo real, especialmente em áreas onde a mamografia é percebida como dolorosa e com uso intenso de radiação. <a href="https://dramariaweber.com/exames-preventivos-a-importancia-da-prevencao-na-promocao-da-saude/">Clique</a> e saiba mais sobre a importância da prevenção na promoção da saúde! </p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Referência da Fonte:</strong><a href="https://www.medpagetoday.com/reading-room/asco/breast-cancer/108807" rel="nofollow noopener" target="_blank"> www.medpagetoday.com</a></p>
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